quarta-feira, 16 de junho de 2010

Abelha Raínha

Escrever sobre ela exige punho firme, voz ativa e olhos sinceros já dizia Carole Chidiac. Caminhar em seus entremeios é encantar-se pela sua resistência em função do que sempre quis cumprir. E sabia que tinha que cumprir.

Ela foi predestinada ao palco, à magia. Não havia outra solução. Chegar até ela por obra do destino, é descobrir nossa própria alma guerreira. E sentir alívio ao ver o fogo, fulgir e fundir-se, coabitar com ele…

Para banhar-se na luz dos raios desta filha de Yansã basta apenas não fugir da febre. Cuidem dela. Porque de seu peito brotam os sons que as pessoas cantarão para ver renascer a vida. Ela é a reunião dos quatro elementos. Tem o veneno e o antídoto da vida. Canta o que vale a pena recordar. Ela vive, suporta e se prepara. É exatamente o que é e o que faz sentido: AMOR

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